Dafuq Batata Frita?

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Olá querido leitor, @, pessoa incrível e maravilhosa que resolveu doar um tempinho do seu dia para passar por aqui!

Fiquei aqui pensani bastante sobre como que seria esse primeiro post e cheguei a conclusão que cabia uma boa apresentação, não é mesmo? (Se você já me conhece pessoalmente, sinto muito, vai ler minha história de novo).

Lerigo?!

Meu nome é Luciana Pinto Benamor (pode começar a stalkear – só existe eu mesmo nessas redes sociais todas – até onde eu sei), tenho 28 anos e sou muitas coisas nessa vida, não gosto muito de me definir pelo o que faço! Na verdade, não gosto de me definir.

Nasci em Maceió (Alagoas), sim a terra das praias mais incríveis, o lugar em que vc anda 30 min pra direita ou pra esquerda(sem trânsito) e… acabou a cidade! Amo demais essa terrinha da qual pertenço, mas meu coração que residia no Rio de Janeiro agora está em transição (falaremos disso outra hora, pode ser? Não fique chateada(o)!).

Vim morar em Niterói (Rio de Janeiro) após meus pais se separarem no final de 2009, com a certeza de que tinha encontrado o que eu gostaria de fazer da minha vida: Relações Internacionais (ouvi minha mente gargalhar alto agora quando eu escrevi ‘certeza’). O curso de RI é lindo demais, estudei sobre o mundo, li inúmeros livros incríveis, tive professores sensacionais e o melhor de tudo, ganhei amigos pra vida!

Como sempre fui muito dedicada e estudiosa, minha carreira na área aconteceu a níveis de foguete. Aos meus 24 anos (2013) já era Assessora Internacional de Comércio e Investimentos do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e aquela pessoinha da cidade pequenina no Nordeste brasileiro, encontrou pessoas e participou de momentos dos quais jamais acreditou que conseguiria. Estrelinhas pra mim!

Alguns anos depois, não sei bem como aconteceu, se fui eu quem foi mudando, se foi a vida mesmo ou o trabalho. Corta a cena para uma Luciana extremamente não pertencente ao trabalho que fazia. A minha mesa de trabalho já não me encaixava mais e o propósito que eu tanto amava foi se desfazendo bem na minha frente (dramática não?!).

Paralelamente a isso, eu encontrei uma instituição MARAVILHOSA, chamada Arte de Viver (se você não conhece clica AGORA!). Quando vi que as coisas estavam muito confusas, o stress estava começando a tomar conta de moi, resolvi procurar algo que pudesse me ajudar a lidar melhor com esse combo da nossa vida moderna: stress, ansiedade, irritação… E encontrei um caminho para começar uma busca eterna de encontrar a mim mesmo.

Aprendi umas técnicas de respiração que ó, transformaram o meu dia a dia. Esse paranauê de meditação que eu só ouvia falar, passou a fazer parte da minha rotina, mas o melhor melhor de tudo: me tornei vegetariana. Foi e ainda é (pq a Arte de Viver ainda faz muito parte da minha vida) um ensinamento diário, porém todas essas coisas incríveis não conseguiram me fazer continuar no trabalho que eu tinha e, um dia, meio vidaloka mesmo, eu pedi minha exoneração. Pela primeira vez me vi sem nenhum caminho traçado, sem nenhum plano arquitetado para dominar o mundo. Acordei e, literalmente, não tinha nada pra fazer.

O que restou a mim: dá uma bela surtada! Mente parada dentro de casa é espaço para qualquer coisa. E ai lá vai a Luciana para a terapia corporal (que descoberta!!! Podemos falar desse estilo de terapia em outro post).

Por ficar mais em casa, me despi de todas as justificativas que eu dava para não adotar o estilo de vida vegano e comecei a cozinhar bastante. Comecei a cozinhar para pessoas que pediam e quando eu vi, tinha me encontrado em algo que jamais tinha passado pela minha cabeça como uma opção de profissão.

Resumindo agora né, pq o texto já está ficando um tanto quanto grandinho e eu quero que você leia até o final: me tornei cozinheira vegana (comecei me voluntariando em cozinhas vegetarianas/veganas do Rio para aprender e hoje sou formada pela NOS Escola).

Quem amou mais foi o meu corpo, vi minhas alergias, gastrites, falta de energia, irem todas embora. Me apaixonei, em outro nível, por mim, pelos animais, pelas pessoas e pelo planeta. Não me dê uma brecha pra falar sobre veganismo, que eu agarro com todas as forças.

Em uma dessas conversas com amigos e pessoas da vida, surgiu a ideia de fazer um blog em que eu tivesse espaço para falar não só sobre ser vegano, da forma que eu entendo que pode ser melhor compreendida, como também, um lugar pra partilhar receitas e meus devaneios sobre a vida, pq  puta que pariu, eu não aguento a minha própria mente!

Algumas questões:

Não pretendo ter cronograma.

– Mas Luciana, assim vai ficar difícil de te acompanhar.

R: Eu seiii!!! Mas você pode me seguir lá no Instagram (@lucianabenamor) que também tem receitas e eu falando um monte de besteira. Assim que tiver post, aviso por lá.

– Mas tem muito erro de português aqui.

R: Sinceramente, tô nem aí! Quero que aqui seja um espaço de dia a dia, de conversa boa e simples. Não tô nem um pouco me importando se o objeto indireto da frase está correto (não é desrespeito pela nossa língua, só quero que seja um diálogo mais real).

– Você não respondeu o por quê escolheu o nome ‘batata frita’

R: Pq eu quis!! BRINCADEIRA! Porque além de ser maravilhosamente deliciosa, a batata frita é um ponto em comum entre carnistas (falaremos sobre esse termo em outra hora), vegetarianos, veganos, intolerantes a glútem e intolerantes a lactose (menos com o pessoal low carb – sinto muito galera). Além disso, em todos os lugares que eu já tive a oportunidade de viajar, você encontra batata frita. Não tem melhor nem mais democrática comida em todo o mundo!

Gosto de haters, críticas, sugestões, elogios! Vamos juntos nessa jornada de escrever um blog.

Espero que eu saiba o que eu estou fazendo.

Go vegan!

 

 

 

3 comentários em “Dafuq Batata Frita?

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